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segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Mais uma de rock...

 A música da rebeldia, anarquia, contrariedade...
 Coisa de adolescente.
 É?
Talvez, se aceitarmos como adolescentes Chuck Berry, Marcelo Nova, os caras da Guns, Rolling Stones ou também Titãs, Bidê, Tequila...



 Adolescentes em seus 30, 40, 50 anos e mais...

 Não é porque um adolescente é revoltado que vai ouvir Rock e um cara que escreva sobre revoltas ou indignações não é, obrigatoriamente um adolescente.
 Coisas podem ter características iguais sem serem a mesma coisa.

Já usei essa imagem aqui antes... 
 O Rock tem uma história bonita: negros, brancos, música, festa, amor revolução, não revolta, revolução.
 Rock é paixão pura. Entendendo por paixão o sentimento mais forte que nosso cérebro pode gerar em sua "rede neurológica".

 Rock e jovens combinam sim!

 Hormônios à flor da pele! Agir com todas as forças! Levar tudo até suas últimas consequências!
 Mas a história do Rock cria também a ideia de revolução e de não se importar.

 “Errado? Quem disse? Olha se eu não faço!”

 É isso mesmo que tu estás pensando agora: “FODA-SE!”.

Duas palavras...hehehe...

 O Rock criou o “FODA-SE!”.

 FODA-SE que são negros, FODA-SE que é música rápida, FODA-SE que nos esfregamos e FODA-SE se bebemos!
 FODA-SE se transamos sem perguntar e nome e FODA-SE se...se...ah...FODA-SE!

 Just fuck you.

 É música pra qualquer um que enxergue algo na sociedade que seja idiota o suficiente pra mandar pro espaço!
 Sexo livre, drogas, não são coisa de gente inteligente...

 Não?

 Não. Sexo livre se torna burrice mesmo (realmente) quando a gente faz sem proteção. Proteja-se e faça! Isso é simples. Mas drogas...drogas são coisa de quem não consegue vencer seus medos e problemas sozinho e não quer ou pode pedir ajuda. Coisa de gente inteligente demais pra suportar a hipócrita sociedade na qual vivemos hoje.
 Coisa de gente inteligente, inteligente demais até...mas fracos em comparação à essa inteligência.

 Mas isso era apenas uma forma de dizer FODA-SE na época do surgimento e do estouro do Rock and Roll.

 Rock é extremo! É paixão! É dizer “eu não ligo pras suas etiquetas estúpidas e hipócritas” e fazer tudo “errado”. É dizer “vocês querem roupa espalhafatosa e música chata? Ok, peguem um pouco dessa maquiagem e desses efeitos especiais e sejam tão chatos e falsos quanto, não há erro nisso, idiotas!”.

 Rock é uma explosão de sentimentos e sentidos e, se não for assim, não é Rock.
 Rock é natural, é o ego, a personalidade, o calor da alma, hormônios, reações químicas de um organismo com determinada estrutura genética que o tornam predisposto a vibrar com os acordes da música orgástica! Não importa a crença, Rock é Rock!



 Contorça-te ouvindo os agudos rápidos de uma guitarra! Grite “FODA-SE!” ouvindo a bateria retumbar no peito! Dance com o contra baixo, o teclado! Não há problema nisso! Prove! Rock it! Faça essa viagem!

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