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quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Estudo aberto das teorias

 Saudações, leitores,

 O blog ainda recebe alterações aqui e ali vez que outra, mas o conteúdo desta nova geração começa a ser adicionado hoje. Nada de material guardado, logo, não posso prometer postagens diárias, mas, farei o possível para não deixar de postar por mais de um dia.

 Para essa primeira postagem oficial, usarei o capítulo de abertura do meu novo texto que, de fato, não defini nem nome nem se será um livro, se servirá apenas para alimentar o blog ou se dará origem a algum material mais avançado.

 O nome deste capítulo é "Estudo aberto das teorias" que, talvez, venha a ser o nome do volume seja lá o que ele vier a se transformar.

 Curte aí!

Estudo aberto das teorias (EAT)

Se o preto sai do branco e o branco sai do preto, então não há branco nem preto no fim das contas?” - Cristian Menna, Pensamentos

 É comum que, para algumas pessoas, pensar se transforme em um hobby. Permite-nos construir, desconstruir e reconstruir tudo a hora que quisermos, em nossas mentes. Permite-nos brincar de deus um pouco. Permite-os ser deuses por vezes, afinal, construímos e damos vida a novas espécies através dos frutos desse pensamento. Pensar é, de fato, a única coisa que nos difere de todos os demais animais deste planeta. É o que nos faz ser transcendentes e é, puramente, enganar o cérebro.

 O que somos:

 Tenho pensado sobre o que são os seres humanos ou qualquer outro ser vivo, ultimamente. As ideias vão da física à física quântica, passando antes por outras áreas de estudos e crenças como o budismo e toda cultura holística do nosso planeta. Uma carga de conhecimentos da espécie que, creio eu, não poderia tê-la toda nem em uma centena de anos lendo sem parar um único segundo. Talvez por isso leia pouco, bem menos do que acredito ser necessário às vezes, mas acho que estou errado quanto ao que é necessário.

 Pois nessas leituras passo por origem da vida, por yin yang, por ondas escalares, partículas divinas, sequência de Fibonacci e mais uma série de conhecimentos estabilizados por esse ou aquela.

 Certa feita até li que nossas moléculas são totalmente trocadas em um ou dois anos, ou seja, nosso corpo, a parte mais velha dele, pode ter no máximo dois anos de vida, nossa idade biológica máxima...dois anos! Ora imagine! Tem gente que ainda morre de velhice...por que?

 Talvez sejamos apenas informações de para onde vão as coisas e parte dessa matriz de controle e mapeamento molecular (MC2M, sendo o “2”, uma simples estratégia de diversão), esteja guardada em algum lugar ou, no caso, em dois lugares, para que possamos mantê-la sempre conosco, mandando os átomos para os lugares certos mesmo que um ou outro que guardava a MC2M ou parte dela seja mandado embora. Já pensou se perdêssemos parte da nossa MC2M? Poderíamos mudar nossas características mais íntimas em alguns poucos dias, horas, segundos talvez...ora, mas isso não acontece diariamente? Bom, provavelmente não porque perdemos parte dela, é mais como uma influência externa que nos modifica internamente, eu acho. Modifica nossa MC2M? Sentimentos mudam nossa estrutura natural e informações externas modificam nossos sentimentos e quais são os limites desse poder de mudança afinal?

 Questões como essas serão discutidas durante o trabalho todo. Algumas afirmações* imbuídas de argumentos físicos, matemáticos e afins e outras tantas repletas de pensamentos abstratos próprios ou argumentos holísticos e quase religiosos.

 Não pretendo de forma nenhuma dizer que o que digo é o que é, mas sim propor pensamentos diferentes, utilizando toda sorte de ferramentas das quais dispomos nós seres humanos e mantendo a mente aberta a qualquer probabilidade, visando não ser mais uma vítima da síndrome da lâmpada medieval**.

*   - Conclusões pessoais que não visam definir a verdade das coisas.
** - Referência a loucura que pareceria falar sobre lâmpadas incandescentes na idade média.

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