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sábado, 11 de fevereiro de 2012

Buscando o Suicídio


 Todo mundo que parou aqui no DiBordo e não me conhecia (se existe algum caso assim), já deve ter notado que sou um ativista social. Estou onde estiverem, estrategicamente, promovendo alguma melhoria, alguma evolução da espécie como um todo.

 Estrategicamente.

 É, de fato, sobre disso que venho falar.

 Assisti hoje a um vídeo de Chaplin onde ele banca o "ditador". Um texto deveras interessante como podem ver no vídeo (linkado abaixo), mas tem um detalhe ali, um detalhe mínimo ao qual quero chamar atenção.

 Característica integrante do que eu chamo de Patologia Revolucionária, pode ser mais facilmente descrita como Perda da Capacidade Criativa ou Imaginativa, ainda podendo-se chamar de Incapacidade de Pensar!

 Isso mesmo! Pensar!

 Queremos acabar com a violência, mas agredimos verbalmente quem está no poder;

 Queremos eliminar a exploração uns dos outros, mas enchemos nossos grupos de hierarquias, de pessoas que mandam e outras que obedecem;

 Queremos paz, o fim das guerras e das brigas sem sentido, mas..."lutamos contra os opressores".

 Qualquer guerra, qualquer manifestação violenta esteve, está e sempre estará nos planos de qualquer "massa" dominante, é uma forma de controle, uma ilusão de poder e uma estratégia comercial...sim, guerra é uma estratégia comercial usada para manter o consumo cíclico...quebrar um pouco de capital constante...reduzir o gasto de capital variável...

 Gente...é sério...não existe essa coisa de lutar por paz. Matar um assassino é transformar-se em um assassino e, se continuarmos vagando por aí a procura de assassinos para matar, estamos destinados a sermos nosso segundo alvo, qualquer um pode chegar a essa conclusão sem dificuldade.

 Enquanto lutarmos contra os assassinos do amor, seremos sempre nosso próximo alvo.

 Ativistas!

 Queremos mudar a sociedade. A sociedade é feita de seres humanos e, se tu estás lendo isso aqui, então é porque és um ser humano...

(...) quando estiveres pronto, mude e estarás mudando parte da sociedade.

 E se ampliar esta mudança para além do seu ser parece difícil, impossível para alguém sozinho talvez, pense se eu mudei alguma coisa no seu pensamento com esse texto.

 Mudei?

 Quantos tu pensas que eu sou?


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